terça-feira, 5 de outubro de 2010

Noruega reforçará presença diplomática no Brasil



A Noruega decidiu fechar em 2011 suas embaixadas em Nicarágua, Colômbia e outros três países com o objetivo de liberar recursos para reforçar sua presença diplomática no Brasil e em nações asiáticas, informou nesta terça-feira a delegação nórdica em Manágua

"Estamos vendo uma mudança no poder econômico e político para o sul e o leste, e sobretudo para a Ásia, que está adquirindo um papel mais destacado. (...) Portanto, (Oslo) decidiu aumentar a presença diplomática da Noruega nessas regiões", afirmou a embaixada em um comunicado.

"Cinco missões serão fechadas: Abidjan (Costa do Marim), Bogotá (Colômbia), Dili (Timor Oriental), Liubliana (Eslovênia) e Manágua (Nicarágua). Os interesses noruegueses nesses países estarão a cargo de outras missões nas regiões", completou, indicando que o fechamento ocorrerá durante 2011.

Por sua vez, a chanceleraia nicaraguense informou que o embaixador norueguês em Manágua, Tom Tyrihjell, informou na segunda-feira esta decisão ao ministro de Relações Exteriores, Samuel Santos.

"O embaixador informou que a decisão obedece a necessidade de corte de seu serviço no exterior, devido a razões orçamentárias", indicou a chancelaria em uma nota de imprensa.

Completou que o embaixador informou que "os compromissos adquiridos no âmbito da cooperação bilateral serão cumpridos nos termos estabelecidos" com Manágua.

A Noruega foi uma importante cooperante da Nicarágua em projetos de energia sustentável, preservação do meio ambiente, direitos humanos e planos sociais, entre outros.

Fonte: AFP

América Latina define plano para melhorar educação

América Latina define plano para melhorar educação

http://sitemaker.umich.edu/356.carr/files/education.jpgSugestão: Gérsio Mutti

Documento assinado por 22 países prevê 9 metas gerais e 27 específicas, além da dotação de recursos e de um processo de avaliação.

Pela primeira vez na história, 22 países latino-americanos assinaram um pacto em favor da qualidade na educação. O documento Metas 2021 foi firmado no mês passado, em Buenos Aires, por ministros e representantes de ministérios da Educação e será ratificado na cúpula de chefes de Estado em dezembro, na Argentina.

O documento foi costurado durante dois anos pela Organização dos Estados Ibero-Americanos (OEI) e prevê nove metas gerais e 27 específicas, além da dotação de recursos e de um processo permanente de avaliação, que será coordenado pelo México. Segundo o presidente da OEI, Alvaro Marchesi, os ministros se comprometeram a investir cerca de 10% do total de seu orçamento anual para alcançar as metas conjuntas, o que totalizará US$ 104 bilhões.

O acordo definiu a criação do Fundo Solidário de Coesão, que deve chegar US$ 5 bilhões, destinado a apoiar os países mais carentes. Alimentado por doações voluntárias de governos, empresas e organizações não-governamentais (ONGs), o fundo nasce com duas contribuições importantes. O presidente do BBVA, Henrique Iglesias, anunciou US$ 520 milhões. Uma quantia semelhante será doada pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef). As informações são do jornal O Estado de S. Paulo

Fonte: Plano Brasil



A MAIOR POTENCIA MILITAR DA HISTORIA DA TERRA

Especial para o Plano Brasil:
Plano Brasil

Autor: Big Boss


Venho através deste especial, produzir um estudo mais profundo sobre o objetivo filosófico e geral da existência do poder militar moderno, baseado na aérea internacional, observando o equilíbrio mundial, as guerras e os interesses econômicos e políticos, alem das consequências que o poder militar tem alem estudaremos a origem do terrorismo, o poder militar do comunismo, como o poder militar americano, a Alemanha nazista e o anti ocidentalistas.

Quebras de Dogmatismos

Para poder entender melhor a profundidade das relações que iremos estabelecer, primeiramente devemos derrubar algumas barreiras que estabelecemos, a primeira delas é em relação há Rússia e a união soviética. Muitos foram doutrinados a entender que a união soviética era o grande inimigo da sociedade, isto por causa do período da ditadura e da doutrina anticomunista que permeou o ocidente durante os anos 70 e 80 principalmente no Brasil, e também foram doutrinados a entender que a Rússia é apenas um país a sombra da grande união soviética (não estou defendendo nenhuma posição socialista ou comunista, veremos as relações de importância desta doutrinas com o decorrer do artigo), outra dogmática que devemos romper tem relação a comunidade muçulmana ao terrorismo, não que não tenham a ver, mais que o principal foco do terrorismo vem da cultura antiamericana que surgiu na década de 80. O terrorismo vem primeiramente da disputa comunista X capitalismo no qual eles foram submetidos.

Não venho através deste artigo produzir um questionamento aos Estados Unidos ou seus aliados, vamos analisar o porque de uma potencia militar americana ser no mínimo duas vezes maior que a segunda maior potencia. Por ultimo, inicialmente não trataremos do Brasil de forma direta, mais sim de forma indireta, como as consequências desta disputa além de algumas teorias polemicas.

O poder Americano

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“Hoje os Estados Unidos é a maior potencia militar de toda a história da terra, lutamos em todas as guerras, representamos dezenas de estados, decidimos o que vamos fazer e não poupamos gastos nas escolhas…” Introdução do Jogo Call of Duty – Modern Warfare 2.

Não a como negar, esta frase esta 100% correta, dês do final da segunda guerra mundial, os EUA tem se esforçado para manter como a maior potencia militar da terra, mesmo quando comparada com a antiga Roma (guardada as proporções), o exército americano é muito maior é mais poderoso, eles estão em todos os lugares, não importa a onde, estão no Japão, na China, no Brasil, na Alemanha, em Angola ou na Arábia saudita. Seus produtos, se assim chamamos as suas armas militares, estão em praticamente todos os países, seus tanques, suas armas, sua ideologia militar, que permeia as nossas crianças, não importa a onde. A sua filosofia leva filmes a ganhar vários oscas e comove milhões de pessoas, seus ideias estão nas escolas, nas faculdades, nos livros e ate nos jornais, não a como negar, os Estados unido é a maior potencia militar de toda a historia da terra.
Não a como falar que este fato é algo bom ou ruim, mais devemos imaginar que o mundo pertence aos EUA dês da década de 40, ou seja, um tempo ínfimo comparado com as outras potencias que dominaram o mundo, como a Inglaterra, Portugal, Romanos e Gregos que ficaram no poder por centenas de anos. Mesmo assim em toda a sua glória, nenhuma potencia que esteve no domínio global teve tanto poder como os EUA. O orçamento militar deles e maior que todo o PIB da África, nos últimos 10 anos forma investidos nas forças armadas o equivalente a todo o PIBs somados da: Alemanha, Brasil, Canadá, Índia e Austrália.
A maior potencia militar do mundo patrulha todos os mares, com navios que sozinhos são mais poderosos que a maioria dos países na terra, Possuem armas nucleares o suficiente para destruir o mundo varias vezes e etc.
Mais ai entra a pergunta, Porque isto tudo? A resposta e simples, vamos usar um exemplo simples, imaginemos que a diplomacia no mundo seja feita através de uma moeda única, cada unidade desta moeda equivalha a uma tonelada de armamento, deu para entender o porque? Este exemplo é tão direto que a propaganda dos estaleiros que constroem os porta-aviões são “Um porta-aviões, 90 mil toneladas de diplomacia”. Os EUA levam tão a serio este fato que quando uma região ou um país começa a assumir alguma importância no cenário global, eles deslocam uma esquadra contendo um porta-aviões e alguns destróier para um local próximo, com o objetivo de “assegura a segurança daquele país, ou daquela região”, este fato aconteceu com o Brasil quando a quarta esquadra que patrulha o atlântico sul foi ativada após 60 anos desativada.

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A maior potência da história da terra trava as suas guerras, quando bem decide, aonde bem entende ou pelos seus próprios motivos, um exemplo ótimo seria a guerra no Iraque, uma guerra sem motivo, contra um inimigo invisível, a ONU mencionou que a guerra era ilegal, porem sem tomar conhecimento, o país foi bombardeado e invadido, uma guerra sem fim que os EUA decidem quando acabar. Nenhum lugar no mundo é inacessível para os EUA, e uma questão tão profunda que toda a decisão internacional que são tomadas, não são decididas sem o respaldo americano.

Interesses econômicos

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Os EUA com o seu estilo capitalista liberal, levou o mundo a criação de um sistema econômico extremamente complexo, com varias veredas e maneiras, é uma estrutura econômica tão complexa e tão profunda que, em um mundo interligado que acaba se confundindo com as próprias relações do tempo. Os países do BRICS, o G8 e alguns outros estão ligados de tal forma que se um destes cair, o mundo todo cairá, ou pior, se os EUA cair, com certeza, será o fim do mundo, da mesma forma da china ou de alguns grupos de países. Tudo o que acontece não importa em que área, segue as regras dos interesses econômicos, ate mesmo na área militar, o fx-2 é um ótimo exemplo de como a questão econômica pode influenciar tudo.

As relações econômicas são de forma indireta sub-comandadas por alguns países:
China: Maior fornecedora de mão de obra barata no mundo, apesar de ser um país comunista, exibe em seu mercado o maior e mais selvagens dos capitalismos já vistos na terra. Seus trabalhadores têm direitos mínimos fazendo o Brasil parecer o paraíso comparado com a china. Pela quase ausência de leis trabalhistas e mão de obra mais que abundante, faz com que grande parte dos produtos sejam feitos neste país, algumas de suas fábricas, principalmente de eletrônicos, empregam mais de 400 mil pessoas, ou seja, a china é o vetor mundial das peças baratas.
Japão: Pode ser considerado um complemento dos EUA, sua indústria produz a alta tecnologia do mundo de hoje, como satélites e equipamentos de precisão digital, alem de ser o vetor das principais fábricas de veículos do mundo.
Alemanha: Vetor de produtos especializados e únicos, como por exemplo, equipamentos de alta tecnologia, armas militares além da produção de conhecimento.
EUA: centro universal dos produtos mundiais, o estilo consumista americano garante que grande parte dos produtos produzidos no mundo tenha destino os EUA, alem de ser uma grande potência da produção industrial e de tecnologia, os produtos de alta tecnologia deste país tem como princípio o próprio país, nunca sendo exportado para outros países. (exceto Inglaterra e Japão).
Inglaterra: Vetor de vários produtos de tecnologia e de indústria, além de tecnologia e conhecimento.
Os outros países, inclusive a Índia, exercem um papel secundário no cenário global. (Guardado as proporções).

A Alemanha Nazista:

Para poder entender a origem do poder americano, devemos analisar o fator que deu o poder a eles, a segunda grande guerra. Muitos dizem que o poder americano vem de antes, mais poder apenas econômico não ajuda a um país dominar o mundo. Com a queda da Alemanha, ouve uma correria entre a união soviética e os EUA com o objetivo de saquear toda a Alemanha, tanto que no ano de 1946 quase todos os arquivos dos nazistas, os projetos e tudo que havia sido feito pelos nazistas havia sido levada, inclusive os avanços na medicina obtidos através das práticas com humanos, tudo foi levado por estes dois países. Para poder resumir tudo, digamos que a base para toda tecnologia militar moderna, como foguetes, aviões invisíveis, bombas guiadas e outros vieram das ideias nazistas, alem de muitos tratamentos médicos que os EUA assumem como de própria autoria, na verdade foram concebidos atraves de praticas e experiencias com humanos pelos nazistas.
Poucos anos depois, os EUA começaram a produzir seus equipamentos militares baseados nas pesquisas nazistas, e assim por diante. Em relação a União soviética, fica difícil de saber o que aconteceu com a tecnologia roubada, pois ate a década de 90 os arquivos soviéticos ainda estavam fechados, quando foram abertos em 2000, havia tanta informação que os historiadores demorarão anos para catalogar tudo.

O Poder Militar da Antiga União Soviética:

Durante muitos anos, o equilíbrio global foi feito entre os soviéticos e os EUA pela guerra fria, ouso a dizer que por causa desta tensão, a exploração americana hoje é pequena comparado se não tivesse existido a guerra fria. Porem para que existisse uma guerra fria, deveria existir um equilíbrio, para isto ouve as várias corridas tecnológicas, neste sentido a União soviética se caracterizou pela produção dos melhores e mais avançados submarinos, enquanto os EUA dominavam o setor de navios e terrestres, os Soviéticos dominavam os subaquáticos e aéreos. Desta forma o equilíbrio global foi mantido, esta tensão por ironia garantiu a segurança de todo o globo contra o domínio americano.
Porém, com a queda do Comunismo em 1991, foi dada o início ao domínio americano, sem páreo tecnológico e militar no mundo contra os EUA, no entanto, mesmo após a queda, os submarinos Russos, muito superiores aos americanos, tem garantido o equilíbrio mundial.

A Origem do Terrorismo

Não há como questionar, o terrorismo tem origem americana, ouve o início quando os EUA armaram o Afeganistão com seus armamentos para eles lutarem contra a Rússia, porém, foi uma via de dois sentido, os EUA forneciam as armas e o Afeganistão se submetia a vontade americana. Com o fim da guerra e a queda da União soviética os EUA passaram a apenas explorar o Afeganistão, ignorando a qualidade de vida deles ou qualquer outra coisa, já por influência dos extremistas islâmicos que permeavam o Paquistão, esta exploração americana foi o suficiente para difundir este pensamento neste países.
Como podemos ver, o poder americano e sua supremacia gera fatores como o terrorismo, mais ao contrário que possa parecer, o terrorismo foi a melhor coisa que aconteceu aos americanos, uma desculpa perfeita para o país entra em qualquer guerra no mundo, é inflar cada vez mais o estado, aumentando o sistema capitalista e aumentando o ciclo sem fim da hegemonia do norte.

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O Equilíbrio Global:

Não há como negar, o mundo vive hoje uma nova corrida armamentista, não apenas por um país, mais por vários países, são eles: Rússia, Brasil, China e Índia. Estes estados estão em busca de estabelecer um novo equilíbrio global pois o mundo está totalmente desigual, uma exploração sem medidas e complexa por parte dos EUA, apesar do estado complicado que vivemos, os os futuros 20 anos poderão nos dizer o que esta corrida vai nos levar.

Eles são a maior potência militar da história da humanidade, não medem esforços para manterem seu estilo de vida, não importa quantas pessoas tenham que morrer, quantas guerras tenham que começar, ou quantos continentes devem ser levados a pobreza, se sua soberania é ameaçada, montanhas são movidas para que tudo volte ao normal, não importa a religião, pois eles são há maior potencia militar da história da terra, e eu não ouso e questionar isto…

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NOTA DO BLOG: Os artigos escritos pelo autor Big Boss não necessariamente refletem a opinião do Blog PLANO BRASIL, são textos de autoria e responsabilidades do autor.

sábado, 25 de setembro de 2010

Reportagens

Pod de Reconhecimento Digital Conjunto da Thales pronto para operar com o Gripen

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A Thales anunciou hoje, dia 24 de setembro, a entrega para Saab AB de seu Pod de Reconhecimento Digital Conjunto (DJRP – Digital Joint Reconnaissance Pod), para instalação nas aeronaves de caça Gripen da Força Aérea da África do Sul (SAAF). A Saab irá agora iniciar uma série de voos de testes de integração. Este anúncio foi feito na ocasião da exibição Africa Aerospace & Defence 2010 na Cidade do Cabo, na África do Sul. Leia mais…

O avião espacial Skylon vai fazer o primeiro voo em 2017

Podemos estar na antecâmara de uma nova era na exploração do Espaço. Uma empresa britânica, a Reaction Engines está a ultimar a concepção do Skylon, um avião espacial que promete revolucionar as viagens espaciais. O Skylon deverá entrar em órbita pela primeira vez em 2017 dando assim arranque a uma era de viagens espaciais mais frequentes e muito mais económicas. Leia mais…

CategoriasAérea, Espaço, tecnologia

Concluir acordo Mercosul-UE será desafio para novo governo

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Daniel Gallas

Da BBC Brasil em Londres

O novo governo brasileiro terá pela frente o desafio de concluir um acordo comercial entre Mercosul e União Europeia que está travado desde 2004, quando os dois lados não conseguiram chegar a um consenso e abandonaram as discussões.

Em maio deste ano, as negociações foram retomadas, mas o acordo só terá chances de ser concluído a partir de 2011. Leia mais…

CategoriasGeopolítica, Opinião

Para analistas, Brasil em alta passa por ‘renascimento’ na Europa em crise

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Daniel Gallas

Da BBC Brasil em Londres

O novo presidente brasileiro, que vai assumir o poder no dia 1º de janeiro de 2011, encontrará uma fase atípica nas relações entre Brasil e Europa.

O Brasil atravessa um momento de otimismo nas relações internacionais, com boas perspectivas de crescimento econômico e desenvolvimento. Já a Europa se recupera com grandes dificuldades do forte impacto da crise econômica global, enquanto enfrenta problemas no seu processo interno de integração, no âmbito da União Europeia. Leia mais…

CategoriasGeopolítica, Opinião

Obama condena discurso ‘odioso’ de Ahmadinejad na ONU

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O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, descreveu como “odiosa” e “ofensiva” a declaração de seu colega iraniano, Mahmoud Ahmadinejad, de que a maioria das pessoas acreditava que o próprio governo americano teria planejado os ataques de 11 de setembro de 2001.

A afirmação de Ahmadinejad, feita na quinta-feira durante um debate na Assembleia Geral da ONU, fez com que muitos diplomatas americanos e de outros países deixassem o local, em protesto. Leia mais…

CategoriasConflitos, Geopolítica

Governo aumenta participação na Petrobras; entenda a capitalização

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Fabrícia Peixoto

De Brasília para a BBC Brasil

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse nesta sexta-feira que o processo de capitalização da Petrobras permitiu ao governo brasileiro ampliar sua participação na companhia de 40% para 48%.

Depois de meses de expectativa do mercado, a empresa realizou nesta quinta-feira o maior processo de capitalização já realizado no Brasil e um dos maiores do mundo, assegurando um montante de cerca de R$ 120,4 bilhões. Leia mais…

CategoriasEnergia, Geopolítica

Para ‘Economist’, ambição global do Brasil ajuda a modernizar Exército

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Sugestão: Gérsio Mutti

A revista britânica The Economist traz uma reportagem na sua edição desta sexta-feira sobre como as aspirações do Brasil de crescer no cenário político mundial ajudaram o país a modernizar o seu Exército.

Segundo a revista, as missões de paz se tornaram um componente importante na política externa de Luiz Inácio Lula da Silva, como parte de uma estratégia para alavancar o status do país no cenário mundial. Leia mais…

Brasil larga na vanguarda do plástico verde

Clique na imagem para acessar ao infográfico que demonstra a produção do plástico verde.

Gustavo Poloni, iG São Paulo

Braskem inaugura fábrica de R$ 500 milhões de resina obtida da cana-de-açúcar; infográfico mostra como funciona a produção.

Alguns anos atrás, o Brasil assumiu a liderança do mercado mundial de biocombustíveis com a cana-de-açúcar, matéria-prima mais eficiente e barata na produção de etanol. A tecnologia fez com que o modelo brasileiro fosse estudado em todo o mundo. A partir desta sexta-feira, a planta vai colocar o País mais uma vez em destaque, só que desta vez com um novo produto: o plástico verde. Leia mais…

CategoriasCiência, Negócios e serviços, tecnologia

Capitalização da Petrobras não prejudica empresas, diz professor da FGV

Valorização do real frente ao dólar, provocada pela operação, não trará impacto para grandes exportadores, segundo William Eid Jr.
Marcio Orsolini, de EXAME.com
24/09/2010 | 18:01
Arquivo/Exame
Capitalização da Petrobras: injeção de dólares valoriza o real apenas momentaneamente

São Paulo - Uma operação do tamanho da capitalização da Petrobras -- que somou 120,3 bilhões de reais -- tem impacto direto na variação cambial. Com o montante entrando na economia brasileira, o real se valorizará frente ao dólar. O efeito já pode ser sentido nesta sexta-feira (24/9). A moeda americana fechou em queda de 0,52%, negociada a 1,71 real. Como a taxa de câmbio interfere em diversos setores da economia, a emissão da Petrobras poderia afetar, indiretamente, as receitas de grandes exportadores ou as dívidas de empresas com contratos dolarizados.

Mas, para o economista William Eid Jr., professor da Fundação Getúlio Vargas, o impacto da capitalização da Petrobras sobre o caixa de empresas de outros setores será passageiro. "A variação cambial será momentânea e em poucos dias deve se regularizar", afirma Eid Jr. "A valorização do real frente ao dólar seria mais duradoura se houvesse entrada de um grande volume por muito tempo."

Com a valorização do dólar, as dívidas contabilizadas na moeda americana das empresas brasileiras cairiam. Isto poderia favorecer setores como o de aviação, no qual boa parte dos compromissos é dolarizada, como o leasing de aeronaves e o querosene de aviação. O outro lado é a queda do valor arrecadado pelas exportações das companhias com forte presença no mercado externo. Companhias de alimento, mineração e siderurgia, por exemplo, geram mais de 30% -- às vezes, muito mais -- de sua receita com vendas para outros países -- e os contratos são em dólar.

O fato, segundo Eid Jr., é que as grandes exportadoras, como a Vale, podem respirar aliviadas diante da enxurrada de dólares despejados no Brasil pela capitalização da Petrobras. Segundo o economista, a única alteração nos rumos dos negócios das exportadoras ocorreria se algum acordo fosse fechado na semana de alta do real. "Nesse caso, acredito que as empresas tentariam prorrogar as decisões", afirma.

Já no caso das empresas que possuem dívidas em dólar, como a queda da moeda americana deve ser passageira, o alívio no fluxo de pagamentos deve ser pequeno -- isto, se houver, segundo o professor da FGV.

O governo também deu sinais de que está atento ao impacto da capitalização sobre outros setores produtivos। "Tomaremos as medidas adequadas para que o real não seja valorizado", afirmou o ministro da Fazenda, Guido Mantega, em encontro com jornalistas. "Vamos enxugar qualquer excesso de dólar que possa entrar com a operação da Petrobras. Vamos comprar tudo, já estou avisando." Pelo jeito, o Banco Central -- responsável pelas operações de câmbio do governo -- terá muito trabalho pela frente.

फोंते:Revista Exame

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Em entrevista, Laurentino Gomes fala de 1822

http://i0.ig.com/fw/84/37/h0/8437h0eywjsztcb58sa3hzk8c.jpgPedro Alexandre Sanches, especial para o iG

Após 1808, em que mergulha na chegada da família real ao Brasil, escritor e jornalista analisa a Independência nacional.

Não é todo dia que um livro vende 600 mil exemplares no Brasil. A façanha foi alcançada por 1808, lançado em 2007, e este é o momento da expectativa pelo que acontecerá com o segundo livro de seu autor, o jornalista Laurentino Gomes, de 56 anos, nascido em Maringá (PR) e radicado paulista.

Se na primeira aventura literária ele mergulhava na história da vinda da corte portuguesa para o Brasil (no ano que dá título ao livro), no novo 1822 Laurentino estuda o processo que levou à declaração de independência, sob o protagonismo de Dom Pedro I, príncipe nascido em Portugal e futuro imperador do novo país.

Em palavras mais diretas: não foi um livro qualquer que convenceu 600 mil leitores a comprá-lo, e sim um livro de história do Brasil, sobre a corte portuguesa de Dom João VI, sobre temas que o senso comum considera chato, maçante, desinteressante. O autor tenta decifrar o fenômeno: “As pessoas não estão lendo história do Brasil apenas em busca de personagens pitorescos. Não, elas estão em busca de explicações para o Brasil de hoje”.

O que essas pessoas encontram em 1808 (e encontrarão em 1822) é um tratamento algo divergente daqueles a que nos acostumamos, excessivamente oficialesco nos livros escolares, e incomodamente jocoso em trabalhos de ficção como o filme Carlota Joaquina, Princesa do Brazil (1995), de Carla Camurati, ou a série global O Quinto dos Infernos (2002).

Ele não evita aspectos ridículos ou constrangedores contidos nos episódios históricos, mas tampouco teme enaltecer feitos relevantes de personalidades como Dom João VI, Dom Pedro I, Imperatriz Leopoldina ou José Bonifácio de Andrada e Silva. Empenha-se em despir seu país do que chama de “síndrome de viralatismo” e em construir um retrato nem só heroico, nem só vexatório. Oferece a seus leitores, assim, um Brasil menos maniqueísta que contraditório, mais próximo da vida cotidiana que da história abstrata. E se torna fenômeno pop num país que, de acordo com os clichês mais desgastados, não gosta nem um pouco de ler.

Laurentino, o autor, vive e trabalha na ampla e confortável casa instalada num condomínio fechado em Itu, chamado Vila Real – o nome condiz com sua antipatia por certa elite que não se reconhece no Brasil, batiza seus edifícios de Maison Versailles e assim se acredita francesa. Ali, recebeu a reportagem do iG para uma entrevista em que falou sobre os pais agricultores “semianalfabetos”, sobre os mais de 30 anos de militância no jornalismo, sobre rivalidades entre jornalistas e historiadores. E, claro, sobre a história de um país que, como ele indica no longo subtítulo de 1822, “tinha tudo para dar errado… e no entanto deu certo”. Leia também a segunda e terceira parte da conversa.

Pode contar sobre sua história anterior à fase de escritor?
Sou filho de agricultores da região de Maringá (PR). Meu pai era de família mineira, e a minha mãe, de família italiana. Essas duas famílias entraram no norte do Paraná quando essa região estava sendo desbravada pela Companhia Melhoramentos, de capital inglês. Nasci em Maringá, a cidade só tinha nove anos. Era uma família muito pobre, de pequenos agricultores, então morei na roça durante os primeiros dez anos, em Água Boa, uma cidadezinha a 20 quilômetros de Maringá. Era uma vida muito isolada, só o trem chegava lá uma vez por dia, não tinha jornal, televisão, rádio era novidade. Aos 10 anos, cumpri a tradição da minha família mineira: o filho mais velho tinha que ser padre. E lá fui eu para o seminário (risos). Vim para São Paulo, fiquei dois anos e meio num seminário interno dos Paulinos, que têm as Edições Paulinas. Realmente não era minha vocação, saí e voltei.

A família permitiu?
Sim, fui em 1966 e voltei em 1969. Meus pais eram semianalfabetos, minha mãe tinha primeiro ano primário e meu pai tinha quinto ano só, mas eles valorizaram muito a educação e a leitura. Queriam que os filhos fizessem faculdade, e por isso foram morar em Maringá. Lá fiz um pouco de tudo. Fui jardineiro, empacotador de supermercado, office-boy, cartorário, mecânico. Fiz curso de tornearia, eu e o Lula somos torneiros mecânicos (ri), a diferença é que tenho todos os dedos, e ele, não. E ele é presidente da república e eu sou um mero escritor. Em 1976 fui para Curitiba fazer jornalismo na Universidade Federal do Paraná. Aí começa a grande aventura da minha vida, que é o jornalismo. Foi realmente espetacular quando entrei numa redação pela primeira vez, num jornal que não existe mais, Correio de Notícias, como repórter de política. E era tão bom ser jornalista que achei que ganhar salário era exagero, não precisava (ri).

Mas ganhava um salário?
Ganhava, ganhava. Não era um grande salário, mas ganhava. Aí ocorreu uma grande transformação na minha vida. Quando era criança e jovem, eu era muito tímido. Quando chegava gente em casa, eu corria pra me esconder atrás da porta. Era um garoto de roça, de sítio, né? E no jornalismo não há espaço para timidez, você tem que entrevistar gente, fazer reportagem.

O menino tímido que vai fazer jornalismo está procurando se livrar da timidez?
Sim, está procurando confusão (ri). Trabalhei no Estado do Paraná, aí entrei na sucursal de Curitiba do Estado de São Paulo. Em 1984, entrei na editora Abril, fui trabalhar na Veja. Ali fiz um tour pelo Brasil, saí de Curitiba, fui trabalhar em Belém, cobrindo toda a região amazônica. Eu era um repórter cobrindo 57% do território brasileiro (risos). Foi uma grande aventura, era um período importantíssimo. Serra Pelada estava no auge, eu estava lá na época daquele formigueiro humano do Sebastião Salgado. Carajás estava sendo inaugurado. Chico Mendes estava em atividade no Acre. Rondônia tinha acabado de ser criada como estado. Em 1985, durante um ano, entrou 1 milhão de gaúchos, paranaenses e catarinenses em Rondônia. Depois fui para o Recife, cobri a eleição do Miguel Arraes. Aí fui para Brasília, sempre pela Veja, era a época da Constituinte. E finalmente cheguei a São Paulo, que é a cidade onde morei durante 20 anos. Tive quatro filhos, e eles foram nascendo país afora: dois em Curitiba, um em Belém e um em São Paulo. Em 1988 fui para o Estadão, trabalhei no Estadão e no Jornal da Tarde, como editor de política e geral. Em 1990 voltei para a Abril, para fazer as Vejinhas regionais, fiquei até 2001. Aí fui dirigir revista feminina, Cláudia, Elle, Nova, Manequim, Capricho, depois revistas populares, revistas masculinas, decoração e arquitetura. Fiz pós-graduação em administração na USP, para aprender a administrar empresa de comunicação.

Já pensava em se tornar autônomo?
Na verdade fui cuidar de uma unidade de negócios da Abril. Cuidava de circulação, marketing, publicidade. E então fui colhido pelo fenômeno 1808. Era um projeto que estava na minha gaveta, eu tinha começado a pesquisar o assunto em 1997, quando era editor-executivo da Veja, que tinha cancelado um projeto (de lançar especiais sobre história do Brasil que seriam distribuídos com a revista), como contei na abertura do livro. Chegou um momento que fiquei com muita preguiça de escrever o livro, quase que não escrevi 1808, mas quase mesmo. Mas estava chegando a comemoração dos 200 anos da corte portuguesa no Brasil, e eu criei coragem, terminei a pesquisa e publiquei o livro. E de repente esse livro começa a vender muito mais do que eu imaginava, muito. Não tinha nem a remota expectativa. Meu plano era vender 20 mil livros, mas planejei para mim mesmo, não contei para ninguém. Aliás, um amigo meu, quando soube que eu ia fazer um livro sobre Dom João VI, disse: “Ô, Laurentino, muda de assunto, ninguém quer ler sobre Dom João VI e história do Brasil”.

Foto: Divulgação

O autor na Casa do Grito, no Ipiranga

O que você pensava sobre isso?
Eu achava que ele tinha razão, Dom João VI não era assunto de best-seller. Tinha que ser livro de esoterismo, autoajuda. Mas ao mesmo tempo eu tinha confiança de ter feito uma reportagem bem-feita. Pesquisei ao longo de dez anos, li mais de cem livros. Trabalhei em jornal e revista por mais de 30 anos, então sabia o que é uma reportagem bem-feita e o que não é. E tinha ali um livro-reportagem no qual aplicava tudo que tinha aprendido como jornalista. Às vezes vejo pessoas fazerem mudanças muito bruscas de carreira, acho que nunca você tem que deixar totalmente para trás o que aprendeu antes. É diferente de ser jornalista e ir tocar uma pousada em Porto Seguro ou fabricar sabão, salsicha. Não, eu mudei de formato, mas o que sempre fiz é jornalismo, continuo fazendo em livro. Acho que tem no 1808 uma lição preciosa para nós, jornalistas: quando o leitor reconhece o jornalismo como uma coisa valiosa, que mexe na vida dele, a reação é poderosa. Foi o que aconteceu, o livro ganhou Prêmio Jabuti, prêmio da Academia Brasileira de Letras. E eu fui confrontado com uma decisão inadiável: ou eu ficava na minha carreira de executivo na Abril e abandonava o livro, ou largava tudo que tinha feito até então e ia cuidar do livro. E foi o que eu fiz. Um autor precisa trabalhar pelo seu livro, botar o pé na estrada, ir atrás dos leitores, ajudar a vender.

Quanto 1808 tinha vendido quando decidiu sair?
Já tinha vendido 200 mil exemplares, então não foi um salto no escuro. Vi como estava a curva de venda, calculei quanto faltava para pagar de escola até os filhos se formarem na faculdade. A casa já estava paga. É uma decisão que aos 22, 23 anos provavelmente eu não tomaria. Mas aos 52, já tendo feito uma carreira e o livro vendendo nesse ritmo, achei que dava para ir em frente. E, olha, foi a melhor decisão que tomei na minha vida. Desde então, tenho levado uma vida maravilhosa, viajando pelo Brasil, fora do Brasil, dando aula, dando palestra, tendo contato com os leitores, atualizando Twitter, Facebook e site na internet, pesquisando.

Livre das redações…
É, tem essa novidade. Agora, toda vez que entro numa reunião, sei exatamente por que estou nela. Antes nem sempre eu sabia (ri), diria que em metade das reuniões de que participava eu estava meio assim… Você tem que ter reunião de tecnologia, recursos humanos, marketing. Agora cuido da minha carreira, e principalmente tenho tempo para pesquisar. Essa é a grande diferença do 1822 para o 1808. Minha impressão é de que este livro está mais redondo. Com um sucesso inesperado, num primeiro momento você se surpreende, perde o sono, mas o que vier é lucro. O segundo livro, não, ele impõe uma responsabilidade muito grande. Como resolvi isso, para não perder o sono definitivamente? Me escudando numa pesquisa muito profunda. Durante três anos, aproveitei as viagens do 1808, pesquisei no Brasil, pesquisei em Portugal, li mais 70 livros além dos cem. Uma diferença em relação ao trabalho de um pesquisador acadêmico convencional é que não faço apenas pesquisa em biblioteca e documentos, eu faço reportagem. Ou seja, eu vou aos locais em que as coisas aconteceram. Embora os eventos tenham ocorrido há 200 anos, esses lugares contêm informações muito preciosas se você tiver um olhar atento ao que está ocorrendo ali. No capítulo sobre o grito do Ipiranga, por exemplo, faço uma descrição detalhada de como se encontra hoje o riacho do Ipiranga. É um riacho morto, não tem mais oxigênio, não tem peixe. A cidade matou o riacho do Ipiranga. É um olhar jornalístico, uma forma diferente de contar a história do Brasil, e de torná-la inclusive mais palatável para o leitor. O 1808 teve uma acolhida muito boa também em Portugal, vendeu 50 mil exemplares, proporcionalmente é como vender 1 milhão no Brasil, impressionante.

Fonte: Último Segundo

Mercosul quer definir integração em vários setores

Ministros da Indústria, do Comércio e do Turismo de Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai, se encontram em Brasília para definir ações

AGÊNCIA BRASIL
06/09/2010 | 10:14

Brasília - A estratégia de integração econômica do Brasil, da Argentina, do Paraguai e Uruguai é assunto de uma reunião conjunta dos ministros da Indústria, Comércio e Turismo dos quatro países.

Na próxima quinta-feira (9), em Brasília, eles debaterão o tema e finalizarão as propostas para por em prática uma série de ações. As informações são da agência oficial de notícias da Argentina, a Telam.

No seminário estarão presentes os ministros do Brasil, Miguel Jorge, da Argentina, Débora Adriana Giorgi, do Paraguai, Francisco Rivas Almada, e do Uruguai, Roberto Kreimerman. "Como nunca antes estamos trabalhando em uma agenda de integração produtiva no Mercosul genuína, que nos permitirá ficar juntos para competir em terceiros mercados", afirmou a ministra da Argentina.

Segundo Débora Giorgi, houve orientações de todos os presidentes dos países que integram o Mercosul para aprofundar os estudos e levar adiante a integração dos setores específicos. "No Brasil temos programado uma agenda específica em setores estratégicos para os países. Temos casos concretos de parceria entre empresas brasileiras e argentinas", disse ela.

Em seguida, a ministra acrescentou: "Também entre o Uruguai e Paraguai, descobrimos as oportunidades em setores como software, metalurgia, peças de automóveis ". Para Débora Giorgi, a integração é, sobretudo, um ato de complementaridade. "O progresso em um processo de integração vai além do comércio, para incluir infraestruturas, energia, social, complementaridade produtiva e ambiente de cuidado", disse.

Desde o ano passado, o Brasil e a Argentina atuam na integração de setores industriais, como laticínios, madeira e móveis, vinho, óleo e gás, entre outros. Segundo Débora Giorgi, os países estão desenvolvendo ferramentas para cofinanciamento dos processos de integração e de associação por intermédio do Banco Nacional e do Banco de Investimento e Comércio Exterior da Argentina e do Banco Nacional de Desenvolvimento (BNDES).

Para a Argentina e o Brasil, há áreas sensíveis que merecem atenção especial, são elas as áreas de óleo, petróleo, autopeças, máquinas agrícolas, além de madeira e móveis, eletrodomésticos (geladeiras, fogões e máquinas de lavar), vinho e laticínios.

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Fonte Revista Exame

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